Insight Nº2 para a Creator Economy em 2024: Inteligência Artificial mais Humana

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Este é o segundo artigo de uma série sobre as oportunidades e desafios na creator economy em 2024. Há sete anos atuando neste mercado, acompanhando projeções e, especialmente, escutando influenciadores e marcas no dia a dia das campanhas, pretendo aqui reunir um pouco destas experiências e conhecimento prático.

Nesta série de artigos, apresento alguns dos principais insights para quem deseja se destacar na creator economy.

#2 – INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E EMOCIONAL CAMINHAM JUNTAS

O Insight nº 2 aborda o uso cada vez mais cotidiano da Inteligência Artificial. O Chat GPT e outros apps e sites do gênero se tornaram recorrentes na rotina de quem cria conteúdo, seja na hora da inspiração, produção, publicação ou mensuração. A tecnologia é sempre grande aliada, desde que utilizada dentro de pilares éticos e com responsabilidade.

Movimentações pela regulamentação do setor já começam a aparecer nos EUA e União Europeia, e muitas ocorrências e notícias iniciam discussões acaloradas sobre direitos autorais (ou falta de).

Plataformas criadas para creator economy crescem cada vez mais auxiliando agências e marcas na curadoria, monitoramento e análise de resultados.

Oportunidade: Existe um mercado em expansão e um diferencial para quem investe em plataformas próprias ou de terceiros, que consigam decifrar e reunir dados com base em informações do público, como geolocalização, gênero e faixa etária. Além de otimizar o cálculo de ROI de campanhas. Mas uma oportunidade ainda maior será para quem não abrir mão do olhar humano e das análises mais subjetivas das campanhas, pois nem tudo pode ser captado pelos algoritmos.

Desafio: A dificuldade em meio a tanta automatização é justamente saber utilizar a I.A. como uma apoio à estratégia humanizada.

Atualmente, muitas campanhas são criadas e executadas inteiramente dentro de plataformas, que conduzem uma relação fria e distante entre as partes. Quem mais perde nesses casos é a audiência.

É preciso compreender que, como toda ação de comunicação e marketing, fatores emocionais são importantes nos relacionamentos. O diálogo dos profissionais da marca com os influenciadores sendo contratados, por exemplo, muitas vezes pode ser fator decisivo na construção de uma narrativa mais envolvente e que ofereça resultados positivos para todos os envolvidos.


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