O ano encerra com diversas movimentações no universo das mídias digitais, marketing e criação de conteúdo. Pesquisas sobre comportamento do consumidor, decisões estratégicas das grandes plataformas, mudanças regulatórias e novos hábitos de uso das redes sociais estão entre as principais notícias de dezembro.
A seguir, reunimos um resumo do que rolou no mercado no último mês de 2025, como de costume com acesso direto às fontes originais para você acessar cada conteúdo na íntegra e se manter bem informado!
Brasileiros seguem mais influenciadores e estão exigentes com o conteúdo
Sete em cada dez brasileiros seguem influenciadores digitais, segundo levantamento da Opinion Box em parceria com a Influency.me. A pesquisa mostra que o interesse é maior entre mulheres e jovens de 16 a 29 anos, reforçando a relevância do marketing de influência para esse público.
O principal motivo para acompanhar um criador de conteúdo é o assunto tratado, enquanto os fatores que mais afastam seguidores são a queda na qualidade do conteúdo, divergência de opiniões e excesso de publicações publicitárias. O dado reforça um ponto-chave para marcas e criadores: audiência existe, mas retenção depende de consistência e valor percebido.
👉 Confira a matéria no Valor Econômico:
Sete em cada dez brasileiros seguem influenciadores digitais
Google divulga os assuntos mais buscados pelos brasileiros em 2025
O Google divulgou os temas mais pesquisados pelos brasileiros em 2025, com base nas buscas realizadas entre 1º de janeiro e 24 de novembro. O levantamento funciona como um retrato dos assuntos que mais mobilizaram o interesse do país ao longo do ano.
No top 3 das pesquisas aparecem o Oscar do filme Ainda Estou Aqui, a crise do metanol e, em primeiro lugar, o chamado “Tarifaço de Trump”. A lista mostra como temas políticos, econômicos e culturais seguem dominando a atenção nas plataformas digitais.
👉 Veja a lista completa na Exame:
Google divulga os assuntos mais buscados pelos brasileiros em 2025
YouTube terá transmissão exclusiva do Oscar a partir de 2029
O YouTube fechou um acordo de cinco anos com a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas para transmitir o Oscar com exclusividade a partir de 2029. A exibição será gratuita e acontecerá em escala global.
Até lá, as transmissões seguem nos Estados Unidos com a Disney ABC e, internacionalmente, sob responsabilidade da Buena Vista International. O movimento reforça a estratégia do YouTube de ampliar sua atuação em grandes eventos ao vivo, indo além do conteúdo sob demanda.
👉 Saiba mais na Meio & Mensagem:
Oscar terá transmissão exclusiva no YouTube a partir de 2029
Austrália proíbe acesso de menores de 16 anos às redes sociais
A Austrália colocou em vigor a primeira lei do mundo que proíbe o acesso de menores de 16 anos às redes sociais. A legislação determina que as plataformas implementem sistemas eficazes de verificação de idade. Caso não consigam restringir o acesso com procedimentos considerados razoáveis, as empresas podem ser multadas.
O debate avança também em outros países. No Brasil, já foi aprovada uma lei que exige que a verificação de idade deixe de ser feita apenas por autodeclaração, como ocorre atualmente.
👉 Entenda o que outros países estão fazendo na reportagem do G1:
Como países estão regulando o acesso de crianças às redes sociais
TikTok fecha acordo para venda da operação nos Estados Unidos
A ByteDance, empresa chinesa dona do TikTok, fechou um acordo para vender a operação da plataforma nos Estados Unidos. O negócio envolve a Oracle, a empresa de investimentos Silver Lake e o fundo MGX, dos Emirados Árabes Unidos.
As companhias passam a ser responsáveis pelo armazenamento dos dados dos usuários americanos, pelo controle do algoritmo e pelas decisões de moderação de conteúdo. O acordo é reflexo direto das pressões regulatórias e geopolíticas sobre grandes plataformas globais.
👉 Confira os detalhes na reportagem do Jornal Nacional (G1):
TikTok fecha acordo para vender operação nos EUA
Brasileiros falam menos sobre política no WhatsApp
Uma pesquisa nacional revelou que os brasileiros estão falando menos sobre política no WhatsApp. O estudo Vetores da Comunicação Política em Aplicativos de Mensagens, realizado pelo InternetLab em parceria com a Rede Conhecimento Social, mostrou que apenas 6% dos usuários participam de grupos voltados ao debate político.
Nos grupos familiares, a presença de conteúdos políticos caiu de 34% para 27% entre 2021 e 2024. Entre amigos, a redução foi ainda mais expressiva, passando de 38% para 24%. Mais da metade dos participantes afirmou se policiar mais antes de publicar mensagens, priorizando a convivência e a estabilidade das relações.
👉 Leia a análise completa na Fast Company Brasil:
Pesquisa mostra que brasileiros falam menos sobre política no WhatsApp
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